29 agosto 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1479
Título original: High Life

De: Claire Denis
Argumento: Claire Denis, Jean-Pol Fargeau, Geoff Cox
Com: Robert Pattinson, Juliette Binoche, André Benjamin
Género: Drama
Classificação: M/16
Outros dados: EUA/POL/FRA/GB/ALE, 2018, 110 min.


Seleção Oficial de Festivais: Toronto 2018, San Sebastian 2018, New York 2018


SINOPSE
Para lá dos limites da Terra, muito além do Sistema Solar, Monte e a sua filha Willow vivem em total isolamento numa astronave. Vários anos antes, ele e um grupo de criminosos condenados aceitaram trocar as suas penas pela participação num projecto espacial. Foi-lhes dito que a missão teria como propósito encontrar energias alternativas contidas num buraco negro. Contudo, já em órbita, depressa se dão conta que a misteriosa Dra. Dibs lhes mentiu. Na verdade, estavam inseridos numa experiência inovadora de reprodução humana. E foi essa experiência que deu origem a Willow, o primeiro ser humano nascido fora dos limites da Terra. Ao longo do tempo, todos os tripulantes da nave morreram. Exceto pai e filha.

Primeira incursão em língua inglesa pela realizadora francesa Claire Denis (“Chocolate”, “35 Shots de Rum”, “Uma Mulher Em África”, “O Meu Belo Sol Interior”), uma história de ficção científica que segue um argumento escrito por si, Jean-Pol Fargeau e Geoff Cox. O elenco conta com a participação de Robert Pattinson, Juliette Binoche, Mia Goth, André Benjamin (o Andre 3000 dos Outcast) e Jessie Ross, entre outros. (Fonte: Público)


Notas da Crítica:

“Há muito tempo que não víamos um filme de ficção científica tão desconcertante e, ao mesmo tempo, tão simples.” - Sábado

“Claire Denis’ grotesque, mesmerizing, one-of-a-kind new science fiction movie.” - The Verge

“ It throbbed and itched with me long after the film was over. Read full review.” - The Guardian 





22 agosto 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1478
Título original: Den Skyldige

De: Gustav Möller
Com: Jakob Cedergren, Jessica Dinnage, Omar Shargawi
Género: Drama, Thriller
Classificação: M/14
Outros dados: DIN, 2018, 85 min.


Festival Cinema Sundance 2018: Vencedor do Prémio do Público
Candidato dinamarquês ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2019


SINOPSE
O polícia Asger Holm está confinado a uma sala onde atende e direciona chamadas de emergência. A maioria dos contactos são relativamente banais e de fácil resolução. Até que um dia recebe o telefonema de uma mulher em pânico que afirma ter sido raptada. Depois disso, a ligação cessa. Apesar da pouca informação que lhe é dada, Holm dá início a uma investigação desesperada para a resgatar. De telefone na mão, mas impedido pelos superiores de sair da sua secretária, faz de tudo para descobrir o seu paradeiro, mobilizando amigos, colegas e conhecidos...

Estreia na realização de Gustav Möller – que escreve o argumento em parceria com Emil Nygaard Albertsen –, um "thriller" psicológico que foi distinguido com o Audience Award no Festival de Cinema de Sundance (EUA). Para além da presença no festival de Sundance, O CULPADO contou com mais de 20 prémios no circuito dos festivais de cinema, incluindo o prémio de “Critics Choice” no Festival de Cinema de Zurique 2018, e o prémio do público no Festival Internacional de Cinema de Roterdão, no Festival de Cinema de Torino e no Festival de Cinema de Stony Brook.
(Fonte: Público)


Notas da Crítica:

“Um exercício de estilo calculado mas angustiante, uma tragédia em câmara lenta inteiramente ouvida do interior das instalações do 112.” - Jorge Mourinha, PÚBLICO

“Um clímax repleto de suspense que se mantém imprevisível até ao último segundo.” INDIEWIRE

“so taut, you almost forget to breathe” - THE OBSERVER 

“a must-see masterclass in cinematic suspense” - THE GUARDIAN 





15 agosto 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1477
Título original: The Dead Don't Die

De: Jim Jarmusch
Género: Comédia, Terror
Classificação: M/14
Outros dados: SUE/EUA, 2019, 103 min.

Com: Tilda Swinton, Chloë Sevigny, Adam Driver, Bill Murray, Steve Buscemi, Caleb Landry Jones, Selena Gomez, Danny Glover, Rosie Perez, Iggy Pop, Tom Waits, RZA.


O maior elenco zombie alguma vez desmembrado.



SINOPSE
A pequena cidade de Centerville foi sempre conhecida pelo seu ambiente pacato. Mas tudo muda quando, sem que nada o previsse, algo de absolutamente aterrador acontece: os mortos começam a erguer-se das tumbas e a atacar todos os que encontram pelo caminho. E quando o caos se instala em cada recanto da cidade, um grupo de gente corajosa, comandado pelos polícias Ronald Peterson e Cliff Robertson, une-se para resistir à carnificina.

Escolhido como filme de abertura do Festival de Cinema de Cannes, uma comédia de terror apocalítico com assinatura de Jim Jarmusch – o aclamado realizador de "Noite na Terra", "Homem Morto", "Café e Cigarros", "Broken Flowers - Flores Partidas", "Os Limites do Controlo", "Só os Amantes Sobrevivem", "Gimme Danger" ou “Paterson”. O elenco é luxuoso. (Fonte: Público)


Notas da Crítica:

“O estado do mundo pode não ser grande coisa, e isto vai tudo acabar mal. Mas é impossível não nos divertirmos.” - Público

"uma comédia hipster zombie" - Variety







08 agosto 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1476
Título original: Twarz

De: Malgorzata Szumowska
Com: Mateusz Kościukiewicz, Agnieszka Podsiadlik, Malgorzata Gorol
Género: Drama, Comédia
Outros dadosPOL, 2018, 91 min., M/14



Festival de Berlim 2018 - Vencedor do "Grande Prémio do Jurí"


SINOPSE
Depois de um terrível acidente que lhe desfigurou o rosto e quase lhe tirou a vida, Jacek tem de aprender a lidar com um transplante facial. A cirurgia decorre sem complicações de maior, mas essa transformação radical, que nem ele nem ninguém à sua volta consegue aceitar completamente, vai causar-lhe graves problemas de identidade.

Prémio do Júri no Festival de Cinema de Berlim, uma comédia negra com assinatura da polaca Malgorzata Szumowska ("Elas"), que assina o argumento em parceria com Michal Englert. Os actores Mateusz Kosciukiewicz, Agnieszka Podsiadlik, Roman Gancarczyk e Malgorzata Gorol dão vida aos protagonistas. (Fonte: Público)





01 agosto 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1475
Título original: The Kindergarten Teacher

De: Sara Colangelo
Com: Maggie Gyllenhaal, Gael García Bernal, Ato Blankson-Wood, Parker Sevak
Argumento: Sara Colangelo
Género: Drama
Classificação: M/14
Outros dados: EUA, 2018, 96 min.


Festival de Sundance – Prémio Melhor Realização
Festival de Toronto – Seleção Oficial


SINOPSE
Lisa Spinelli é uma educadora de infância que se dedica de corpo e alma às crianças. Um dia, ao observar Jimmy, de cinco anos, a recitar um poema da sua própria autoria, apercebe-se que ele tem um talento fora do comum. Fascinada com as suas capacidades, que ela assume terem de ser alimentadas, Lisa vê-se a ultrapassar os limites do admissível, colocando em causa não só a sua credibilidade mas também a integridade física da criança...

Versão norte-americana do filme "Haganenet", realizado em 2014 pelo israelita Nadav Lapid, "A Educadora de Infância", tem realização e argumento de Sara Colangelo ("Pequenos Acidentes"). Prémio de melhor realização no Festival de Sundance, tem Maggie Gyllenhaal, Gael García Bernal e Ato Blankson-Wood nos papéis principais. 


Notas da Crítica:

Um belo remake americano de um filme israelita com uma atriz em estado de graça - Expresso

Uma bela surpresa no arranque do ano cinematográfico: A EDUCADORA DE INFÂNCIA coloca em cena, com invulgar sensibilidade e delicadeza, a relação entre uma professora e uma criança com dotes especiais para a poesia. - Cinemax RTP

Maggie Gyllenhaal é impecável na construção de uma personagem ambígua e, mais do que apenas isso, instalada psicologicamente (ou até moralmente) numas águas turvas que não são a coisa mais comum no cinema americano da atualidade (...) Um sólido “filme de atores”, ou neste caso “de atriz”. - Público

Um personagem fascinante, que ao mesmo tempo é protagonista e antagonista, uma anti-heroína (...) Os remakes não costumam trazer nada de bom. Mas há exceções à regra. - Sábado

Uma revelação absolutamente genial de Maggie Gyllenhaal – Indiewire

O seu trabalho mais impressionante – Rolling Stone

A Educadora de Infância é provavelmente o único filme sobre poesia que tem um final tão tenso como o de um thriller. – The Guardian

De uma complexidade psicológica vibrante – The Hollywood Reporter





CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 03 agosto - VERdoc

sáb. - 3 ago - 21h30
Sessão #1473

Fortaleza Nª Sr.ª Conceição - junto ao Casino
ENTRADA LIVRE

VERdoc | Ciclo de Cinema Ambiental

Parceria do Cineclube Octopus com a VERDIM-Associação Ambiental


(2015-The True Cost), 

de Andrew Morgan, Doc, EUA, 2015, 92 min, M/12 (PG-13)

Conversa no final moderada por Abel Coentrão (Público) com
Helena Silva (Fashion Revolution Portugal) e Antónia Gomes (marca Branco Chá)




SINOPSE:
É uma história sobre o vestuário. É sobre as roupas que vestimos, as pessoas que as fazem e sobre o impacto que a indústria da moda tem este momento no nosso planeta. O preço do vestuário tem vindo a diminuir ao longo das últimas décadas, enquanto os custos humanos e ambientais têm crescido dramaticamente. The True Cost é um documentário arrojado que puxa a cortina sobre a história não contada e nos pede para considerar: quem realmente paga o preço pela nossa roupa?



“Intenso e alarmante.” - Elle Magazine


“O documentário revela o lado obscuro e intrincado das cadeias globais do fast fashion: um sistema que injetou uma velocidade de consumo, descartabilidade e deflação de preços que levou diretamente aos piores desastres na era industrial." 
- Lucy Siegle, The Guardian

"A sweeping, heartbreaking and damning survey of the clothing economy." - CNN


+ ARTIGOS:





CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 30 julho - VERdoc

ter - 30 jul - 21h30
Sessão #1472

JARDIM Casa Manuel Lopes - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)


VERdoc | Ciclo de Cinema Ambiental

Parceria do Cineclube Octopus com a VERDIM-Associação Ambiental


(2015 - Demain), 

de Mélanie Laurent, Cyril Dion - Doc, Fr, 118 min, M/12


Vencedor do César 2016 – Melhor documentário
1 milhão de espectadores na França



SINOPSE:
E se mostrar soluções, contar uma história positiva, fosse a melhor forma de resolver as crises ecológicas, económicas e sociais que atravessam o nosso mundo? Após a publicação de um estudo que anuncia a possibilidade do desaparecimento da humanidade até 2100, Cyril Dion e Mélanie Laurent partiram com uma equipa de quatro pessoas, para investigar em dez países aquilo que poderá provocar esta catástrofe e, sobretudo, como evitá-la. Durante a sua viagem, encontraram pioneiros que reinventaram a agricultura, a energia, a economia, a democracia e a educação. Ao juntarem todas estas iniciativas positivas, eles começam a ver emergir aquele que poderá ser o mundo de amanhã…

Um documentário penetrante e pleno de esperança que deveria fazer todas as mentes evoluírem!  - ELLE

Distante de todos os filmes alarmistas que abordam as mesmas temáticas, o road movie de Cyril Dion e Mélanie Laurent adota uma abordagem otimista e pedagógica, nunca esquecendo que um filme deve também conter emoção, viagens, imagens e ritmo. O que mais vamos querer?  Marilyne Letertre, METRO

+
“Filme mostra ideias concretas para um mundo melhor e seduz mais de 1 milhão de espetadores” - EURONEWS


“Um documentário que mostra que o futuro está nas nossas mãos”- SHIFTER
https://shifter.sapo.pt/2016/12/demain-documentario


++
Filme investigativo, sem ser moralizador, exibe inúmeras iniciativas, ao redor no mundo, para mudar as coisas, tecendo um elo entre urbanismo, agricultura, energia e modos de vida. Baptiste Thion, Le Journal du Dimanche

Filme que tem o mérito de reunir iniciativas geralmente isoladas, e ao mostrar suas interdependências, descreve um mundo em movimento, tecendo fios entre milhares de pessoas dedicadas, engenhosas e habilidosas. Marie Soyeux, La Croix


Site Oficial: https://www.demain-lefilm.com/en



CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 06 agosto

ter - 06 ago - 21h30
Sessão #1474

Jardim Casa M.L. - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)

(2014-Les Combattants)

de Thomas Cailley, Fr, 98 min., M12



“É o melhor primeiro filme que vimos em muito tempo. Ponto.” - PÚBLICO



SINOPSE:
O jovem Arnaud (Kévin Azaïs), cujo pai acabou de falecer, enfrenta um futuro incerto numa pequena cidade francesa. Ali encontra Madeleine (Adèle Haenel), uma jovem irreverente e cheia de ideias incomuns, que está decidida a ingressar num estágio militar de Verão para aprender estratégias de sobrevivência. Intrigado e animado pelo seu modo de ser, Arnaud decide segui-la. Porém, quando ambos se apercebem de que o treino é mais duro do que imaginavam, é já demasiado tarde para desistirem… 

Um filme sobre o amor e a iniciação à idade adulta, realizado por Thomas Cailley segundo um argumento seu em parceria com Claude Le Pape. 

Apresentado no Festival de Cinema de Cannes em 2014, "Os Combatentes" conquistou quatro prémios, entre os quais o da Crítica Internacional (Fipresci – Federação Internacional de Críticos de Cinema). Em 2015, obteve ainda nove nomeações para os Césars (os Óscares franceses), sendo contemplado com quatro galardões: Melhor Primeiro Filme, Melhor Actriz (Haenel), Melhor Actor Revelação (Azaïs) e Melhor Argumento Original (Cailley e Le Pape).


“Este impressionante filme prova como talento, inteligência e honestidade intelectual transformam as histórias mais banais em objectos únicos.” - Sábado

“Um filme pequeno que se converteu num grande sucesso, não por meio de investimento publicitário maciço, mas pelo boca a boca do público” - RAC.com.br

“Uma comédia tão romântica quanto divertida” - Télérama

“Uma bela surpresa (…) revelando o actor Kevin Azaïs, confirma igualmente o potencial da talentosa Adèle Haenel que, com toda a legitimidade, foi premiada com um César e assume neste filme um registo cómico com uma naturalidade e facilidade desconcertantes.” - Thomas Perillon, Le Nouvel Observateur



CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 23 julho

ter - 23 jul - 21h30
Sessão #1471

JARDIM Casa Manuel Lopes - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)

(2017- Anna and the Apocalypse)

de John McPhail, EUA/GB, 92 min,  M/14



“Temos em mão um novo filme destinado a estatuto de culto” - COLLIDER




SINOPSE:
Embrenhados num autêntico apocalipse, em que um vírus desconhecido transforma meio mundo em mortos-vivos, Anna e seus amigos tentam encontrar uma forma de chegar à escola secundária, o único lugar onde sabem que podem sobreviver. Pelo caminho, vão ter de enfrentar centenas de criaturas putrefactas que deambulam pelas ruas e os tentam atacar de todas as formas possíveis...



“Todos os anos existe uma pérola no mundo do cinema que aparece do nada e consegue surpreender pela positiva quem a vê. Este ano temos “Anna e o Apocalipse”.” - CINEMA PLANET


“É como se Shaun of The Dead e Glee tivessem um filho na época de natal.” - C7NEMA


Be grateful for daring young filmmakers with a pulse. - INDIEWIRE



CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 16 julho

ter - 16 jul - 21h30
Sessão #1470

Jardim Casa Manuel Lopes - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)

(1974 - Young Frankenstein)

de Mel Brooks, 106min, M/12



"Um Divertimento Monstruoso" - THE NEW YORK TIMES


SINOPSE:
Ao receber o testamento de seu avó, o professor universitário Dr. Frederick Frankenstein faz a viagem que mudará sua vida: vai à Transilvânia para reivindicar a herança. Ao chegar, é recebido por Igor, um corcunda vesgo. Acompanhados por Inga, a sexy assistente arrumada para Frederick, eles vão para o castelo de Frankenstein e são recebidos por Frau Blücher, uma serva assustadora de seu avô, cujo nome quando é dito, faz assustar os cavalos.
Após uma exploração noturna, Frederick encontra o livro intitulado "Como Consegui", do seu avô, e inicia uma aventura para realizar o maior das experiências: dar vida a um tecido inanimado.

“Frankenstein Júnior” é um filme norte-americano de 1974, dos géneros de comédia, ficção científica e terror, realizado por Mel Brooks, baseado no livro de Mary Shelley. Foi rodado no mesmo castelo em que foi feito o filme “Frankenstein”, de 1931.
Nomeado para os Óscares de melhor argumento adaptado e melhor som.


“Na longa tradição dos filmes centrados no "monstro" criado pelo Dr. Frankenstein, Mel Brooks assinou uma das variações mais desconcertantes: "Frankenstein Júnior" transforma a herança de Mary Shelley numa paisagem irresistivelmente cómica.”
por João Lopes, in rtp.pt


A Magnetic Blur, by Pauline Kael, in The New Yorker, 1974.

+ Crítica: RogerEbert, blogue Cinema Rodrigo.