28 novembro 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1491

Título original: Idi i Smotri

De: Elem Klimov
Com: Aleksei Kravchenko, Liubomiras Lauciavicius, Olga Mironova
Género: Drama, Guerra
Classificação: M/16
Outros dados: URSS, 1985, Cores, 146 min.



O MELHOR FILME DE GUERRA DE TODOS OS TEMPOS
Nova versão restaurada

A título de exemplo, no ranking do site norte-americano Screen Rant sobre os 10 melhores filmes relacionados com a II Guerra Mundial, "Vem e Vê" de Elem Klimov ocupa o 1º lugar.

SINOPSE
Um dos mais famosos e impressionantes filmes de guerra jamais feitos. “Vem e Vê” evita a apologia bélica e a fotogenia da guerra, para insistir sobre o horror e a crueldade que todos os conflitos encerram. O pano de fundo é a Bielorússia, perto da fronteira polaca em 1943, onde um rapaz retira uma espingarda das mãos de um cadáver, para logo depois ser levado pela Resistência para engrossar as fileiras dos guerrilheiros, após os nazis terem arrasado inteiramente a sua aldeia e massacrado todos os habitantes. (fonte: Cinemateca Portuguesa)


Festival Moscovo 85 - Grande Prémio

Diário de Notícias -  
Insider -  
Cinemax -  
Público -  
Roger Ebert -  


Notas da Crítica:

«brutal, alucinante, desencantado» - Público

«O rosto dilacerado de Aleksei Kravchenko é um daqueles acontecimentos visuais e dramáticos que basta (aliás, bastou) para lhe garantir um lugar definitivo na história do cinema..» - RTP-João Lopes

«Considerado um dos mais impressionantes filmes de guerra, Vem e Vê está de regresso ao grande ecrã, com o Prémio de Melhor Restauro arrecadado na anterior edição do Festival de Veneza.» - Diário de Notícias




21 novembro 2019

Quinta-feira | 18h30 + 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1490

Título original: Joker

De: Todd Phillips
Com: Robert De Niro, Joaquin Phoenix, Zazie Beetz
Género: Drama, Thriller
Classificação: M/14
Outros dados: EUA/CAN, 2019, 122 min.


Festival de Veneza 2019 - Vencedor do Leão de Ouro para Melhor Filme


SINOPSE
Gotham City, início da década de 1980. Habituado ao desprezo dos seus semelhantes, o comediante Arthur Fleck esforça-se por arrancar sorrisos aos poucos espetadores que ainda lhe restam. Amargurado e emocionalmente desequilibrado, é obrigado a comparecer a reuniões periódicas com uma assistente social para avaliação psicológica. Um dia, após ter sido despedido da agência de talentos onde trabalhava, é barbaramente agredido. Nesse momento, a sua já ténue lucidez desintegra-se numa raiva descontrolada. É assim que, das profundezas da sua mente atormentada, surge o psicopata impiedoso que será conhecido pelo nome de Joker, e que se tornará no grande antagonista de Batman. 

Um "thriller" dramático sobre a solidão, com realização de Todd Phillips ("Dias de Loucura", saga "A Ressaca" ou "Os Traficantes"), segundo um argumento seu e de Scott Silver. A dar vida a Joker, o emblemático vilão da DC Comics, está Joaquin Phoenix.  (fonte: PÚBLICO)


The Guardian -  
The Times -  
Total Film -  
Empire -  
NME -  
Time Out -  
Evening Standard -  
IGN Movies -  
Cinemax-RTP -  
c7nema -  
Público -


Notas da Crítica:

«The film of the year» - Empire

«One Of The Best Films Of 2019» - Forbes

«Joaquim Phoenix is astonishing» - Total Film

«An instant classic» - NME

«A masterpiece» - IGN Movies

«Gloriously daring» - The Guardian

«Um dos filmes mais controversos do ano» - NIT

«Prodigioso filme» - Diário de Notícias





12 novembro 2019

Terça-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1489



Título original: Amazing Grace

De: Alan Elliott, Sydney Pollack
Género: Documentário, Musical
Classificação: M/6
Outros dados: EUA, 2018, 89 min.

Festival de Berlim - Fora de Competição

SINOPSE
Com um nome tirado do hino cristão com letra de John Newton, "Amazing Grace" é um disco ao vivo de Aretha Franklin, gravado na New Temple Missionary Baptist Church de Los Angeles, em Janeiro de 1972. A filmar a atuação para um documentário estava Sydney Pollack que, por não se ter usado uma claquete para sincronizar o som e a imagem, nunca chegou a completar o filme. Mas antes de morrer, em 2008, o realizador entregou as imagens captadas, que foram sincronizadas ao longo de dez anos e acabaram por sair também após a morte da cantora, que ocorreu em 2018. É este o resultado, mais de 45 anos depois. (fonte: PÚBLICO)

The Guardian -
Rolling Stone -
Público -
Le Monde -  

Notas da Crítica:

Um filme à medida da voz de Aretha - Jornal i

É um dos maiores filmes-concerto de sempre. - Público

A espontaneidade e falta de controlo na produção, este lado cru e buliçoso forçado pela falta de planeamento, fazem com que Amazing Grace se trate de um objeto cinematográfico atípico na carreira de Pollack. - À Pala de Walsh

Ver e ouvir Aretha exposta e descarnada desta forma é uma benção - Observador

Vai sentir-se como se tivesse visto o rosto de Deus! - Rolling Stones

Uma mais-valia histórica e artística que lhe faz bem - Sábado

A espera valeu a pena! - Time Out




07 novembro 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1488

Título original: A Herdade

De: Tiago Guedes
Com: Albano Jerónimo, Sandra Faleiro, Miguel Borges, João Pedro Mamede, Rodrigo Tomás, Beatriz Brás, Diogo Dória, Ana Bustorff, Victoria Guerra
Género: Drama
Classificação: M/12
Outros dados: POR, 2019, 166 min.


Festival de Veneza 2019:
- Seleção Oficial, Competição
- Prémio Bisato d'Oro para Melhor Realização

Festival de Toronto 2019: 
- Seleção Oficial, Special Presentations

Designado candidato português à nomeação para os Óscares


SINOPSE
João Fernandes (Albano Jerónimo) é o patriarca de uma abastada família tradicional portuguesa. A herdade de que é proprietário situa-se na margem sul do Tejo e é um dos maiores latifúndios da Europa. A vida dele, assim como o local onde sempre viveu, é um espelho de Portugal. Percorrer a história de João, desde os princípios da década de 1940 até à atualidade, é contextualizar a vida social, política e financeira de um país inteiro.
Projeto do produtor Paulo Branco, com argumento de Rui Cardoso Martins, "A Herdade teve a sua estreia mundial na competição oficial do 76.º Festival de Veneza, onde o realizador Tiago Guedes ("Coisa Ruim", "Entre os Dedos", "Tristeza e Alegria na Vida das Girafas") foi distinguido com o Prémio Bisato d'Oro da crítica independente para Melhor Realização. Também esteve presente no Festival de Toronto, onde foi o primeiro filme português selecionado para a secção Special Presentations. (fonte: PÚBLICO)


Diário de Notícias -  
Screen Internacional -  
Observador -  

Notas da Crítica:

«Um filme torrencial. Uma obra ambiciosa.» - Il Sole 24 Ore

«A fotografia de João Lança Morais tem uma beleza formal inquestionável.» - Variety

«A Herdade é um triunfo artístico enquanto olha os espetadores de frente, sem sobranceria.» - Sábado (PMS)

«[Tiago] Guedes encontra o tom certo na forma como utiliza este material, ligeiramente mais austero do que o realismo puro. Eleva o clã e os seus problemas quotidianos para a esfera de algo que é intemporal e quase mítico, à semelhança do que [Eça] Queiroz.» - The Hollywood Reporter

«Uma extraordinária saga» - Jornal de Letras

«Um ótimo título da competição (…) é extraordinário ver-se o filme de [Tiago] Guedes na sua duração exponencial, tudo de uma vez, imerso na imensidão da natureza silenciosa e maravilhosa, suspenso na flutuação do tempo.» - Il Fatto Quotidiano

«O cinema português prova que está bem vivo, nesse processo infindável de resistência que há muito o distingue.» - Sábado

«Notável retrato de um patriarcado feudal a ser devorado pelas circunstâncias que o rodeiam.» - Screen Internacional






31 outubro 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1487

Título original: Dolor y Gloria

De: Pedro Almodóvar
Com: Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia, Penélope Cruz, Raúl Arévalo
Género: Drama
Classificação: M/16
Outros dados: ESP, 2019, Cores, 113 min.


Cannes 2019 - Vencedor Melhor Ator (António Banderas)


SINOPSE
O espanhol Salvador Mallo possui uma extensa e aclamada carreira internacional como realizador de cinema. Agora, solitário, doente e a atravessar uma crise de inspiração, faz uma reflexão sobre as escolhas feitas ao longo da vida. As suas memórias conduzem-no à infância, numa pequena aldeia espanhola, até aos tempos de juventude e idade adulta, já na cidade de Madrid. Essa viagem fá-lo avaliar a sua relação com os pais, os amigos e amantes; assim como os sentimentos de alegria, tristeza e perda que foram deixando marcas profundas e o transformaram no que é hoje, enquanto homem e cineasta.

Com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Penélope Cruz, Julieta Serrano e Leonardo Sbaraglia nos papéis principais, uma história dramática de teor autobiográfico que é a 21.ª longa-metragem do multipremiado realizador espanhol Pedro Almodóvar – que, entre muitos outros prémios, recebeu os Óscares de melhor filme estrangeiro com "Tudo Sobre a Minha Mãe" (1999) e de melhor argumento original com "Fala Com Ela" (2002)

Corriere Della Sera -
Cahiers du Cinéma - 
Le Monde - 
The Guardian -   

Notas da Crítica:

“a obra prima da maturidade de Almodóvar”. - Diário de Notícias

“o diretor espanhol refinou a fórmula do melodrama a tal ponto que criou um novo género.” - HuffPost Brasil





24 outubro 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1486

Uma parceria com o festival 3 a SOLO

Título original: Leto

De: Kirill Serebrennikov
Com: Teo Yoo, Irina Starshenbaum, Roman Bilyk
Género: Biografia
Classificação: M/12
Outros dados: RUS/FRA, 2018, Cores, 126 min.


Festivais e Prémios:
Cannes: seleção oficial Palma d’Ouro e Melhor compositor
European Film Awards: Melhor diretor de arte
Russian Guild of Film Critics: Melhor realizador, Melhor compositor, Melhor diretor de arte
IndieLisboa 2019 - seleção para o Indie Music
Outros festivais: Gotemburgo, Londres, Hamburgo, Hamptons, Karlov Vary, Palm Springs


SINOPSE
No princípio da década de 1980, a cultura "underground" chegava à Rússia Soviética. Sob a influência de artistas internacionais, como Led Zeppelin ou David Bowie, o rock agitava multidões, marcando uma geração de músicos de várias idades e géneros. Viktor Tsoi, de 19 anos, ganha notoriedade no panorama musical e torna-se um marco cultural daquela época. Este filme debruça-se sobre os primeiros tempos da sua carreira, assim como alguns dos momentos mais polémicos da sua vida pessoal, entre eles o triângulo amoroso entre ele, o músico Mayk Vasilievich Naumenko e Natasha, mulher deste.

Um drama musical realizado por Kirill Serebrennikov ("O Dia de Yuri", "(M)uchenik"), cineasta e encenador russo que se encontra em prisão domiciliária no seu país desde 2017 por alegada fraude – acusação que, para muitos, não passa de uma retaliação do Kremlin pelas suas posições contra o sistema. (fonte: Público)


Rolling Stone   
The Guardian   
Público 

Notas da Crítica:

Sublime - Les Inrocks

A nossa Palma d’Ouro - Le Figaro

Maravilhoso - Time

Uma odisseia cultural (e musical) - DN

A vibrant portrait of Leningrad’s underground ’80s rock scene - LA Times