CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 06 agosto

ter - 06 ago - 21h30
Sessão #1474

Jardim Casa M.L. - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)

(2014-Les Combattants)

de Thomas Cailley, Fr, 98 min., M12



“É o melhor primeiro filme que vimos em muito tempo. Ponto.” - PÚBLICO



SINOPSE:
O jovem Arnaud (Kévin Azaïs), cujo pai acabou de falecer, enfrenta um futuro incerto numa pequena cidade francesa. Ali encontra Madeleine (Adèle Haenel), uma jovem irreverente e cheia de ideias incomuns, que está decidida a ingressar num estágio militar de Verão para aprender estratégias de sobrevivência. Intrigado e animado pelo seu modo de ser, Arnaud decide segui-la. Porém, quando ambos se apercebem de que o treino é mais duro do que imaginavam, é já demasiado tarde para desistirem… 

Um filme sobre o amor e a iniciação à idade adulta, realizado por Thomas Cailley segundo um argumento seu em parceria com Claude Le Pape. 

Apresentado no Festival de Cinema de Cannes em 2014, "Os Combatentes" conquistou quatro prémios, entre os quais o da Crítica Internacional (Fipresci – Federação Internacional de Críticos de Cinema). Em 2015, obteve ainda nove nomeações para os Césars (os Óscares franceses), sendo contemplado com quatro galardões: Melhor Primeiro Filme, Melhor Actriz (Haenel), Melhor Actor Revelação (Azaïs) e Melhor Argumento Original (Cailley e Le Pape).


“Este impressionante filme prova como talento, inteligência e honestidade intelectual transformam as histórias mais banais em objectos únicos.” - Sábado

“Um filme pequeno que se converteu num grande sucesso, não por meio de investimento publicitário maciço, mas pelo boca a boca do público” - RAC.com.br

“Uma comédia tão romântica quanto divertida” - Télérama

“Uma bela surpresa (…) revelando o actor Kevin Azaïs, confirma igualmente o potencial da talentosa Adèle Haenel que, com toda a legitimidade, foi premiada com um César e assume neste filme um registo cómico com uma naturalidade e facilidade desconcertantes.” - Thomas Perillon, Le Nouvel Observateur



CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 23 julho

ter - 23 jul - 21h30
Sessão #1471

JARDIM Casa Manuel Lopes - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)

(2017- Anna and the Apocalypse)

de John McPhail, EUA/GB, 92 min,  M/14



“Temos em mão um novo filme destinado a estatuto de culto” - COLLIDER




SINOPSE:
Embrenhados num autêntico apocalipse, em que um vírus desconhecido transforma meio mundo em mortos-vivos, Anna e seus amigos tentam encontrar uma forma de chegar à escola secundária, o único lugar onde sabem que podem sobreviver. Pelo caminho, vão ter de enfrentar centenas de criaturas putrefactas que deambulam pelas ruas e os tentam atacar de todas as formas possíveis...



“Todos os anos existe uma pérola no mundo do cinema que aparece do nada e consegue surpreender pela positiva quem a vê. Este ano temos “Anna e o Apocalipse”.” - CINEMA PLANET


“É como se Shaun of The Dead e Glee tivessem um filho na época de natal.” - C7NEMA


Be grateful for daring young filmmakers with a pulse. - INDIEWIRE



CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 16 julho

ter - 16 jul - 21h30
Sessão #1470

Jardim Casa Manuel Lopes - Av. Mouzinho de Albuquerque, 68
(ENTRADA LIVRE - lotação limitada a 60 pessoas)

(1974 - Young Frankenstein)

de Mel Brooks, 106min, M/12



"Um Divertimento Monstruoso" - THE NEW YORK TIMES


SINOPSE:
Ao receber o testamento de seu avó, o professor universitário Dr. Frederick Frankenstein faz a viagem que mudará sua vida: vai à Transilvânia para reivindicar a herança. Ao chegar, é recebido por Igor, um corcunda vesgo. Acompanhados por Inga, a sexy assistente arrumada para Frederick, eles vão para o castelo de Frankenstein e são recebidos por Frau Blücher, uma serva assustadora de seu avô, cujo nome quando é dito, faz assustar os cavalos.
Após uma exploração noturna, Frederick encontra o livro intitulado "Como Consegui", do seu avô, e inicia uma aventura para realizar o maior das experiências: dar vida a um tecido inanimado.

“Frankenstein Júnior” é um filme norte-americano de 1974, dos géneros de comédia, ficção científica e terror, realizado por Mel Brooks, baseado no livro de Mary Shelley. Foi rodado no mesmo castelo em que foi feito o filme “Frankenstein”, de 1931.
Nomeado para os Óscares de melhor argumento adaptado e melhor som.


“Na longa tradição dos filmes centrados no "monstro" criado pelo Dr. Frankenstein, Mel Brooks assinou uma das variações mais desconcertantes: "Frankenstein Júnior" transforma a herança de Mary Shelley numa paisagem irresistivelmente cómica.”
por João Lopes, in rtp.pt


A Magnetic Blur, by Pauline Kael, in The New Yorker, 1974.

+ Crítica: RogerEbert, blogue Cinema Rodrigo.


25 julho 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1464
Título original: Synonymes

De: Nadav Lapid
Com: Tom Mercier, Quentin Dolmaire, Louise Chevillotte
Género: Drama
Classificação: M/14
Outros dados: FRA/ALE/ISR, 2019, 123 min.


Festival de Berlim 2019 - Vencedor do Urso de Ouro e da Crítica (FIPRESCI) 

Presenças em:
Transilvania International Film Festival 2019
Edinburgh International Film Festival 2019
Istanbul International Film Festival 2019
Istanbul International Film Festival 2019
IndieLisboa International Independent Film Festival 2019
Sydney Film Festival 2019
Hong Kong International Film Festival 2019
Bucharest International Film Festival 2019


Cahiers du Cinéma      


SINOPSE
Yoav não é francês mas quer sê-lo: chegado de Israel para fugir a um país que diz "estar condenado", procura reinventar-se. Com um ligeiro sotaque, uma gramática arcaica e um dicionário no bolso, vai percorrendo as ruas de Paris entoando palavras francesas.

"Sinónimos" é um drama autobiográfico com assinatura do realizador israelita Nadav Lapid ("O Polícia"). Foi escolhido para ser o filme de encerramento da edição de 2019 do Indielisboa.


“impõe reflexão sobre Israel e a cultura bélica do país, expõe preconceitos da sociedade francesa…” - Diário de Notícias.




18 julho 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1463
Título original: Beoning

De: Lee Chang-Dong
Com: Ah-In Yoo, Steven Yeun, Jong-Seo Jun
Género: Drama, Suspense
Classificação: M/14
Outros dados: Coreia do Sul, 2018, 148 min.


SINOPSE
Jong-soo reencontra casualmente Hae-mi, uma amiga de infância que, prestes a fazer uma viagem a África, lhe pede para cuidar do gato durante a sua ausência. Ao regressar, já no aeroporto, ela apresenta-lhe Ben, com quem se envolveu romanticamente durante a viagem e que decidiu segui-la. Entre os dois homens surge uma relação ambígua, com tanto de fascínio como de rivalidade, que assume novas proporções quando o forasteiro confessa o seu estranho prazer.

Estreado no Festival de Cinema de Cannes, um drama com toques de mistério, realizado, escrito e produzido pelo sul-coreano Lee Chang-Dong ("Oásis", "Poesia"), que se inspira no conto "Os Celeiros Incendiados", incluído na compilação "O Elefante Evapora-se", da autoria do aclamado escritor japonês Haruki Murakami.


Cannes 2018 - prémios da Crítica e o da Melhor Direção Artística

Um dos melhores filmes de 2018 para a revista Sight & Sound

Top 10 dos Melhores Filmes do Ano dos Cahiers du Cinéma

Les Cahiers du Cinéma  
Le Monde  
Libération  
Positif  
Paris Match  
Studio Magazine

Sábado
C7nema
The Observer
RogerEbert
The Guardian

“Não é por acaso que se trata de um dos filmes mais referenciados nas listas de melhores filmes de 2018, quer em publicações de renome quer noutras menos rigorosas. Burning é uma obra que lenta e sorrateiramente se entranha na alma e deixa todos os resistentes na audiência com uma marca, um som e um odor duradouro, destinados a perdurar por vários dias após o primeiro visionamento. 
Que mais se pode pedir a um filme?” - Fernando Vasquez, C7nema

“Um conto de 20 páginas de Haruki Murakami visitado, com duas horas e meia de elegância e mistério […]
a atmosfera que se impõe é progressivamente sensual e obsessiva, como um cigarro que começa por ser fumado de forma lânguida e cujas passas se vão tornando cada vez mais nervosas.” - Inês N. Lourenço, Diário de Notícias

“Um ótimo, e sobretudo muito eficaz, puzzle de ambiguidade psicológica, a construir um ambiente de suspeita permanente e quase paranóica.” - Público

“a slow-burn mystery touched by genius” - Little White Lies





11 julho 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1462
Título original: Beast
De: Michael Pearce
Com: Johnny Flynn, Jessie Buckley, Emily Taaffe, Geraldine James, Trystan Gravelle
Género: Drama, Thriller
Classificação: M/16
Outros dados: GB, 2017, 107 min.


Festival de Berlim - Forum
LEFFEST - Vencedor: Grande Prémio do Júri - João Benard da Costa


SINOPSE
Moll, de 27 anos, é uma rapariga com um passado sombrio que vive numa pequena ilha, sob o cuidadoso controlo da mãe. Um dia, conhece Pascal, recém-chegado à cidade, por quem se sente imediatamente atraída e com quem inicia uma história de amor. Quando ele se transforma no principal suspeito pela violação e morte de várias jovens, Moll recusa-se a acreditar, dando, inclusivamente, um falso álibi para o proteger. Apesar de tudo, a dúvida instala-se e a relação entre ambos modifica-se.

Um "thriller" psicológico que marca a estreia em longa-metragem do britânico Michael Pearce e que conta com as actuações de Johnny Flynn, Jessie Buckley, Trystan Gravelle, Geraldine James e Olwen Fouéré.



"Um conto de fadas febril recheado de negros horrores e desejos proibidos" - THE NEW YORK TIMES

"Alucinantemente engenhoso" - THE GUARDIAN

"Assustadoramente intoxicante" - THE LIST

“Um perturbador conto de fadas para adultos” - VARIETY

“Mantém o público na dúvida até ao final” - HEYUGUYS

“Melhor estreia britânica em anos” - WONDERLAND

“Impossível desviar o olhar” - ROGEREBERT.COM

“a masterclass in slow-burn chills” - THE GUARDIAN


NOTA DO REALIZADOR
Apercebi-me de que a história estava a ganhar contornos de um conto de fadas – uma heroína aparentemente ingénua, aprisionada num ambiente caseiro e opressivo, aventura-se na floresta e conhece um homem que pode ser o príncipe encantado ou o lobo mau. Continuei a imbuir a história com arquétipos de contos de fadas e prossegui com o enquadramento conceptual de uma história sobre uma mulher que ganha poder. Apesar de o filme namoriscar vários géneros – mistério, história de amor, terror psicológico, melodrama familiar – e de ser um pouco de todos eles, é, derradeiramente, um conto de fadas sombrio e dramático para adultos. É a história de uma mulher que enfrenta muitos monstros – os que estão na sua família, os selvagens e os que permanecem adormecidos nela.



04 julho 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1461
Título original: L'empire de la Perfection
De: Julien Faraut
Género: Documentário
Classificação: M/12
Outros dados: FRA, 2018, 95 min.


Festival de Berlim - Forum
LEFFEST - Vencedor: Grande Prémio do Júri - João Benard da Costa


SINOPSE
Em 1984, o tenista John McEnroe disputou a final do Open de França com Ivan Lendl. McEnroe estava no topo do ténis a nível mundial. A partir de imagens de 16mm da altura, incluindo de Roland Garros, este documentário do realizador Julien Faraut tenta traçar um retrato do entretanto retirado tenista que ganhou sete Grand Slams. O desporto é uma área em que o realizador tem alguma experiência: em 2013, assinou "Un Regard Neuf sur Olympia 52", sobre a esquecida primeira longa-metragem de Chris Marker, que era já de si um documentário sobre os Jogos Olímpicos de Helsínquia em 1952.




“Surpreendentemente empolgante.” - Hollywood Reporter

“McEnroe nunca foi retratado de forma tão intrigante.” - Screen Daily

“Fascinante… elegante, gracioso, e reflexivo.” - Variety


CINEMA AO AR LIVRE 2019 - 25 junho

Praça dos Forais, São Pedro de Rates | 21h | Entrada Livre

Em parceria com o Agrupamento de Escolas de Rates 
e a Junta de Freguesia de S. Pedro de Rates.


De: Morag Brennan e Steve Harrison

Portugal/Reino Unido · 2017 · Doc · 85’

SINOPSE:
Um filme sobre a Póvoa de Varzim nas décadas de 1950 e 1960, tendo como protagonistas as pessoas da cidade.

O filme começa com a célebre fotografia tirada pela conceituada realizadora Agnès Varda, recém falecida, na sua passagem pela Póvoa de Varzim nos anos 50. Nessa fotografia com Maria do Alívio aos 16 anos, a andar descalça pela Rua das Lavadeiras, debaixo do icónico cartaz publicitário com a diva Sophia Loren, é o pretexto para contar a história de duas Póvoas muito diferentes: a comunidade piscatória e a realidade brutal de um modo de vida tradicional, e a cidade turística e os indivíduos que a começaram a projetar nacionalmente como um concorrido destino de férias.

O filme oferece essa viagem histórica a um mundo que agora está praticamente esquecido, mas também a uma sociedade portuguesa marcada pelo Salazarismo de má recordação. Para o ditador, a Póvoa de Varzim representava um singular repositório de memórias ligadas à heroica gesta marítima, mas também seria o cenário dramático para o confronto entre a ditadura do Estado Novo e o homem que jurou derrubá-lo, o General Humberto Delgado. Este “Conto de Duas Cidades” é contado através de entrevistas de testemunhas oculares, às vezes hilariantes e outras vezes dolorosas, mas sempre inspiradoras e reveladoras.


Notícia:
Maria do Alívio tinha 16 anos quando foi apanhada pela lente de Agnès Varda a passar sob uma imagem de Sophia Loren. Um casal britânico quis saber a sua história e acabou a realizar um filme sobre a dicotomia entre pescadores e turistas.

Rita Neves Costa, in Público, 30/05/2019

Octopus/Free-pass Curtas - Desconto

É sócio do Cineclube Octopus? Vá ao Curtas por apenas 25€.

Os sócios do Cineclube Octopus poderão usufruir de um desconto de 50% na compra do Free-Pass para a 27ª edição do Curtas Vila do Conde, a decorrer entre 06 e 14 de julho.

Por apenas 25€ poderá assistir a todas as sessões do festival, incluindo o programa Stereo (em 2019, Montanhas Azuis + Pedro Maia, Tiago Cutiuleiro + Marta Navarro), o acesso à Videoteca e a 50% de desconto na aquisição do catálogo, na loja do Festival.

Os interessados deverão imprimir e preencher devidamente esta ficha. Depois entregar, procedendo ao pagamento, junto da bilheteira do Cineclube nos dias de sessão até 29 de junho.

27 junho 2019

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1460

Título original: Napszállta

De: Laszló Nemes
Com: Susanne Wuest, Vlad Ivanov, Urs Rechn, Juli Jakab
Género: Drama
Classificação: M/12
Outros dados: HUN/FRA, 2018, 142 min.


Festival de Veneza - Selecção Oficial
Festival de Toronto - Selecção Oficial

SINOPSE
Hungria, vésperas da Primeira Grande Guerra. Depois de passar a infância num orfanato, a jovem Irisz Leiter regressa a Budapeste empenhada em arranjar emprego como modista na mais elegante fábrica de chapéus da cidade, em tempos propriedade dos próprios pais. Apesar de afastada pelo novo proprietário, que se recusa a contratá-la, não desiste do seu propósito. E, ao buscar pistas sobre o seu passado, vai descobrir segredos inesperados.

Um drama histórico escrito e realizado por László Nemes (autor de "O Filho de Saúl", que venceu o Grande Prémio do Júri e Prémio da Crítica Internacional no Festival de Cannes em 2015, bem como o Óscar e o Globo de Ouro para Melhor Filme Estrangeiro).

“Um filme intrigante e belíssimo”. Jorge Leitão Ramos, Expresso

“Might be some kind of masterpiece.” - John Bleasdale, Cinevue

“Astonishingly beautiful. As harrowing as it is breathtaking.” - M. Nordine, Indiewire




Seleção de Crítica: por Eurico de Barros, in Timeout.pt

[…]
Filmado como O Filho de Saul, com a câmara sempre em cima da personagem principal, seguindo-a por toda a parte como se fosse uma sombra, Anoitecer parece decorrer numa lógica de transe, ou de pesadelo acordado, o que poderia explicar a falta de coerência narrativa, as sucessivas descontinuidades (Irisz tanto está num sítio como no momento seguinte noutro distante) e a opacidade do enredo, que aparentemente se quer simbólico ou alegórico da decadência da aristocracia e da instabilidade política que precipitou o Império Austro-Húngaro, e a Europa, na I Guerra Mundial.