CINE QUARENTENA 1 - em atualização…

Todos os dias uma nova proposta para que fique sempre bem em casa.

Recomendações cinéfilas para tempos de reclusão. E TUDO LEGAL e com legendas em português !!!

Nada se compara a ver um filme no cinema, mas se a realidade o impõe, fica o aviso:

- Mantenham-se seguros! Fiquem em 🏠 e vejam 🎞🎬


#22 - 9 abril
A fechar este primeiro CINE QUARENTENA, e antes do capítulo 2, o “Páscoa Selvagem - Coboiada contra o vírus!”, deixamos-vos um desafio: 

- Já alguma vez mostraram às crianças o Charlie Chaplin? A CORES?!!!

Aproveitem a quadra para rever em família (a possível) o mais PURO CINEMA. Traduzindo aos petizes as legendas.

Para ver no computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…

𝗧𝗵𝗲 𝗖𝗵𝗮𝗺𝗽𝗶𝗼𝗻 (color Version - 30min)
ver o filme: AQUI.


𝗣𝗼𝗹𝗶𝗰𝗲 (1916 - color Version - 25min)
ver o filme: AQUI.


𝗔 𝗡𝗶𝗴𝗵𝘁 𝗢𝘂𝘁 (1915 - color Version - 27min)
ver o filme: AQUI.


𝗔 𝗡𝗶𝗴𝗵𝘁 𝗶𝗻 𝘁𝗵𝗲 𝗦𝗵𝗼𝘄 (1915 - color Version - 25min)
ver o filme: AQUI.


𝗕𝘆 𝘁𝗵𝗲 𝗦𝗲𝗮 (1915 - color Version - 14min)
ver o filme: AQUI.






#21 - 8 abril
Lisbon, CITY OF INTRIGUE, MURDER AND EXCITEMENT! (frase de promoção do filme na altura)

Para hoje, uma oportunidade de ver Lisboa dos anos 50 idealizada por Hollywood. Sob um deslumbrante colorido clássico, uma história policial, a lembrar um Casablanca mais levezinho e algo humorado.

LISBOA
realizado e protagonizado por Ray Milland
com Maureen O'Hara e Claude Rains
Lisbon - 1956 - 90min

O tema musical é um original português, arranjado pelo orquestrador do Frank Sinatra, o Nelson Ridle. Que pode ser ouvido AQUI.

Para ver o filme: AQUI.
No computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…

Não esquecer de ativar as legendas em português (br) no botão de Definições do Youtube.


#20 - 7 abril
Para quem viu no Garrett em 2018, pode rever, para quem não viu, pode agora descobrir um dos um dos MAIS BELOS FILMES recentes.

FRANTZ
de François Ozon, com Pierre Niney e Paula Beer
2016 - 113min - FRA/ALE - M/12

Está disponível apenas no site da Medeia Filmes até às 12h de 5ª-feira, dia 9.

Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem!





#19 - 6 abril
Para hoje propomos um documentário biográfico sobre o mentor de uma banda emblemática dos anos 90, os Morphine.

CURE FOR PAIN - The Mark Sandman Story
de Robert G. Bralver e David Ferino
2011 - Doc. - EUA - 85 min.

Não está disponível online com a melhor das qualidades (É DE BORLA!), mas a estética low-fi até condiz com o caráter poético do filme e o espírito do música.

Por isso, abram o ecrã inteiro do YouTube e desfrutem! 
No computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…






#18 - 4 abril
Na sequência das propostas desta semana, lembramos que termina a Trilogia das Cores com o terceiro filme simbolizado pela cor da fraternidade.
TRÊS CORES: VERMELHO
de Krzysztof Kieslowski, com Irène Jacob
1994 - SUI/POL/FRA - M/12 - 97 min.

“…o que retenho destas obras preciosas, vinte anos depois, é acima de tudo um clima, uma atmosfera, um tom que não consigo cristalizar em nenhuma palavra ou em nenhuma imagem”  - Fernando Pinto do Amaral

Parte de uma famosa trilogia, este 3º filme estará disponível apenas no site da MedeiaFilmes ATÉ ÀS 12h de 3ª-feira, dia 7 de abril.
Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem!



#17 - 3 abril
E se fossemos ao MUSEU sem sair de casa?
A exemplo da proposta da semana passada, a de HOME, a de hoje, mais do que cinema, é uma experiência cinemática.

HERMITAGE
de Axinya Gog

Uma viagem/visita por um dos maiores museus do mundo: o Hermitage em São Petesburgo. Uma filmagem em contínuo por 45 galerias e mais de 500 obras, entre várias famosas, sendo intervaladas por algumas performances ao vivo.

E tudo filmado apenas com um iPhone 11 Pro!!!


Abram o ecrã inteiro do YouTube e desfrutem! 
No computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…



#16 - 2 abril
Na sequência da proposta de ontem, lembramos que a Trilogia das Cores continua com o segundo filme simbolizado pela cor da igualdade. É uma comédia negra, centrada nas dinâmicas destrutivas de uma relação a dois baseada na desigualdade.

TRÊS CORES: BRANCO
de Krzysztof Kieslowski, com Julie Delpy
1993 - SUI/POL/FRA - M/12 - 86 min.

Parte de uma famosa trilogia, este 2º filme estará disponível apenas no site da @MedeiaFilmes ATÉ ÀS 12h de SÁBADO, dia 4 de abril.

Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem!






#15 - 1 abril
Um dos mais belos filmes dos anos 90 !!! E uma das mais belas banda-sonoras!

TRÊS CORES: AZUL
de Krzysztof Kieslowski, com Juliette Binoche
1993 - SUI/POL/FRA - M/12 - 94 min.

- Festival de Veneza 1993: Leão de Ouro para Melhor Filme, Melhor Fotografia, Melhor Atriz (Juliette Binoche), Melhor Realização.
- Golden Globes 1994: Nomeação para Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Atriz – Drama, Melhor Música Original.

Parte de uma famosa trilogia que estará esta semana disponível apenas no site da MedeiaFilmes.  
Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem!



#14 - 31 março
Para acompanhar a sugestão de ontem, temos mais um 𝗙𝗜𝗟𝗠𝗘𝗦 𝗖𝗨𝗥𝗧𝗢𝗦 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗗𝗜𝗔𝗦 𝗟𝗢𝗡𝗚𝗢𝗦, mas alternativo.

FAUVE
de Jeremy Comte
Canadá - 16 min. - c/ leg. em port.
Uma das MELHORES CURTAS RECENTES !!!
Esteve em 187 festivals, tendo ganho mais de 90 prémios, incluindo uma nomeação para o Oscar de Melhor Curta Metragem.

Num terreno de exploração mineira, dois rapazes deixam-se levar num aparente inocente jogo de enganos, tenda apenas a Mãe Natureza como testemunha.

Ver AQUI. 

CORRENTE
de Rodrigo Areias
2008 - PT - M/12 - 15min.

Uma histórica e marcante curta portuguesa, com vários prémios nacionais e internacionais. Entre eles, o da Melhor Curta-Metragem e o Prémio do Público no CURTAS-V.C.

Ele é mineiro, todos os dias procura ir com a corrente do rio. Ela sonha ir, mas está presa. Estão todos presos por uma corrente.




Ver AQUI.




SLEEPWALK
de Filipe Melo
PT - 14min. - Original em ing. c/ leg. em port.
https://youtu.be/kLJR7xLNdKk

Prémio Sophia Melhor Curta-Metragem de Ficção.

Um homem e a sua busca desesperada por uma fatia de bolo.



Ver AQUI.



THURSDAY NIGHT
de Gonçalo Almeida
2017, PT, M/12, 7min.

Um interessante e sugestivo thriller fantástico protagonizado por dois cães, inspirado no álbum "Thursday Afternoon" (1985), de Brian Eno.


Ver AQUI.




#13 - 30 março
No começo desta semana deixamos uma proposta televisiva, mas MUITO CINEMATOGRÁFICA. Experimentem que vão gostar!

SUL
autoria de Edgar Medina e Guilherme Mendonça, realização de Ivo M. Ferreira 
2019 - PT - 9 epis.

SUL foi a primeira série portuguesa a ser apresentada no Festival de Berlim. Tem uma fotografia extraordinária, a qual será para muitos uma descoberta ver Lisboa filmada assim. Além de personagens surpreendentes, com diálogos como é raro ver escritos em Portugal, e assegurados por notáveis atores e atrizes.

NÃO PERCAM em RTP Play.





#12 - 28 março
Para esta noite ou num domingo caseirinho, um belo filme de época coreano para nos deixar embriagados… 

EMBRIAGADO DE MULHERES E DE PINTURA
de Im Kwon-taek
2002 - Coreia do Sul - 116 min.

Vencedor de MELHOR REALIZADOR em Cannes 2002.

Está disponível apenas no site da MedeiaFilmes até às 12h de terça.

Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem. 






#11 - 27 março
Este filme agora por quê? Porque o horror é essencialmente humano.

O RETRATO DE DORIAN GRAY
de Oliver Parker
2009 - EUA - 112min.
com Colin Firth, Rebecca Hall, Ben Chaplin, Ben Barnes

LEGENDADO em PT.



Abram o ecrã inteiro do YouTube e desfrutem!
No computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…






#10 - 26 março
Hoje é dia de Octopus, por isso nada melhor do que lembrar um belíssimo filme sul coreano que exibimos em 2011. Vencedor de Melhor Argumento em Cannes 2010. Do mesmo realizador do filme exibido em 2019, Em Chamas.

POESIA
de Lee Chang-dong
2010 - Coreia do Sul - 133min.

Está disponível apenas no site da MedeiaFilmes até às 12h de sábado.

Abram o ecrã inteiro do VIMEO e imaginem-se que estão no Cineclube! 







#9 - 25 março
E que tal uma voltinha COLORIDA pelos primórdios do cinema?
E “com recurso a inteligência artificial? - A tecnologia a fazer história, na história.”

Primeiro, o filme sensação da PRIMEIRA SESSÃO de cinema da HISTÓRIA !!!

𝗖𝗵𝗲𝗴𝗮𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗖𝗼𝗺𝗯𝗼𝗶𝗼 𝗮 𝗟𝗮 𝗖𝗶𝗼𝘁𝗮𝘁
dos Irmãos Lumière
1896 - 0:48 seg.


A seguir, o primeiro filme da HISTÓRIA do cinema !!!

𝗦𝗼𝗿𝘁𝗶𝗲 𝗱𝗲 𝗹'𝗨𝘀𝗶𝗻𝗲 𝗟𝘂𝗺𝗶𝗲̀𝗿𝗲 𝗮̀ 𝗟𝘆𝗼𝗻
dos Irmãos Lumière
1895 - 0:48 seg.


Depois, o filme 
𝗧𝗛𝗘 𝗚𝗢𝗔𝗧
de Buster Keaton
1921 - 23min.

e

𝗖𝗢𝗣𝗦
de Buster Keaton
1922 - 18min.
Vejam com este vídeo de som ao mesmo tempo !!!



Por fim, o majestoso
𝗠𝗘𝗧𝗥𝗢𝗣𝗢𝗟𝗜𝗦
de Fitz Lang
1927 - 

AQUI, em 10 partes contínuas.



E se ainda houver tempo, aproveite-se para rever este icónico video ensaio:
𝗘𝘃𝗲𝗿𝘆𝘁𝗵𝗶𝗻𝗴 𝗶𝘀 𝗮 𝗥𝗲𝗺𝗶𝘅 Parte 1 [legendado]


Chega?



#8 - 24 março
Hoje, uma proposta ZEN e ecológica. Para se refletir sobre um certo apetite pelo consumo de espécimes exóticas e os perigos que daí advieram!

HOME
de Yann Arthus-Bertrand
Doc - 2009 - França - 120 min

Home é um documentário lançado em 2009, produzido pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand. O filme é inteiramente composto de imagens aéreas de vários lugares da Terra. Mostra-nos a diversidade da vida no planeta e como a humanidade está ameaçando o equilíbrio ecológico.

Abram o ecrã inteiro do YouTube e desfrutem! 
No computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…




#7 - 23 março

ELIS
de Hugo Prata
2017 - Brasil - 110 min

A história dramática da maior cantora brasileira de todos os tempos.

Disponível em RTP Play só durante esta semana.
Ver o filme Aqui.








#6 - 22 março


LISBON STORY – VIAGEM A LISBOA
de Win Wenders
com Rüdiger Vogler, Patrick Bauchau, Madredeus, Manoel de Oliveira
1994 - Portugal/Alem. - 100min. - M/12

Aproveite para rever/descobrir Lisboa antes da invasão turística, porque este filme está disponível apenas no site da MedeiaFilmes até às 24h de hoje, domingo.


Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem!






#5 - 21 março
2 doc. sobre ARTE - 2 doc. sobre ARTISTAS fundamentais no séc. XX

𝗕𝗢𝗢𝗠 𝗙𝗢𝗥 𝗥𝗘𝗔𝗟: A Adolescência Tardia de Jean-Michel Basquiat
de Sara Driver
Doc, 2017, 78min.

Disponível em RTP Play durante todo o fim de semana.

Ver o filme Aqui.
𝗕𝗘𝗨𝗬𝗦
de Andres Veiel
Doc, 2017, 107´

Joseph Beuys parece ser ainda um visionário que estava à frente do seu tempo, e o realizador apresenta-nos o ser humano, a sua arte e as suas ideias.


Disponível em RTP Play durante todo o fim de semana.

Ver o filme Aqui.





#4 - 20 março

PARIS, TEXAS 
de Win Wenders
1984, EUA/Alem, 147min., M/12
cópia restaurada

PALMA de OURO do Festival de Cannes em 1984
BAFTA 1985 – Melhor Realização
Golden Globes 1985 – Nomeação para Melhor Filme Estrangeiro

Um dos grandes filmes do cinema mundial e está disponível apenas no site da MedeiaFilmes até às 24h de hoje, 6ª-feira. 

Abram o ecrã inteiro do VIMEO e desfrutem!







#3 - 19 março

O PRIMEIRO VERÃO
de Adriano Mendes
Portugal, 2014, 105 min.

Melhor Longa Metragem Portuguesa de Ficção – IndieLisboa 2014

Isabel e Miguel são jovens e têm a vida pela frente. Inseparáveis durante todo o Verão, eles vivem cada momento como se fosse o único. Cada dia se sentem mais próximos e parece que nada os poderá separar. Porém, com a chegada do Outono, tudo se altera…
Um filme dramático sobre as dores do crescimento e a iniciação à idade adulta.

Ver o filme AQUI.
No computador, no iPad, numa televisão SmartTv, ou televisor com AppleTV / Chromecast / etc…


#2 - 18 março
𝗙𝗜𝗟𝗠𝗘𝗦 𝗖𝗨𝗥𝗧𝗢𝗦 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗗𝗜𝗔𝗦 𝗟𝗢𝗡𝗚𝗢𝗦 (pela Agência da Curta Metragem)

O QUE ARDE CURA, de João Rui Guerra da Mata (2012, PT, 26′)
“No dia 25 de agosto de 1988, Lisboa viveu um dos seus piores momentos coletivos, quando toda o quarteirão do Chiado ardeu. Foi um acontecimento trágico, que ficou no imaginário de todos os portugueses. Em O Que Arde Cura, João Rui Guerra da Mata encena, de novo, esse dia, a partir de uma conversa telefónica entre dois ex-amantes.” (Daniel Ribas)

MARIA DO MAR, de João Rosas (2015, PT, 30’)
“Em Maria do Mar, seguimos Nicolau, agora adolescente, e o despertar sexual, num fim-de-semana de descanso junto à praia. Imerso num grupo de jovem adultos, Nicolau absorve as contradições sensíveis desse grupo e da presença de Maria do Mar, uma enigmática rapariga que é objeto de desejo de todos os homens.” (Daniel Ribas)

+ extra internacional

Former Cult Member Hears Music For The First Time
de Kristoffer Borgli
Doc, EUA, 12'

Ver a curta aqui.

Ou na...








#1 - 17 março

O ESTADO DAS COISAS
de Wim Wenders
1982 - Portugal, EUA
cópia restaurada

Só disponível no site da Medeia Filmes das 12h (hoje, 3ª-feira) até às 24h do dia seguinte. 

Abram ecrã inteiro do vimeo e desfrutem! 

PROGRAMAÇÃO SUSPENSA

No seguimento das medidas preventivas adotadas pelo Município da Póvoa de Varzim para conter a propagação do novo Coronavírus (Covid-19) e consequente cancelamento de todas as atividades programadas para o Cine-Teatro Garrett, estão canceladas as sessões de cinema do Cineclube Octopus entre 11 de março e 3 de abril.

A programação do Cineclube Octopus prevista para o mês de março será oportunamente reagendada.

Informações ou dúvidas podem ser colocadas por e-mail para cineclube.octopus@gmail.com

05 março 2020

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1504

Sessão reprogramada do dia 13 de fevereiro.

Título original: The Farewell

De: Lulu Wang
Com: Awkwafina, Tzi Ma, Diana Lin
Género: Comédia Dramática
Classificação: M/12
Outros dados: EUA, 2019, 100 min.


SINOPSE
A chinesa Bili cresceu com os pais nos EUA. Quando a família descobre que Nai Nai, a matriarca que ainda vive na China, foi diagnosticada com uma doença terminal e que lhe resta pouco tempo de vida, resolve fazer-lhe uma visita. Uma vez que a velha senhora nada sabe sobre a sua condição, filhos e netos organizam o evento perfeito para uma reunião familiar: um casamento. Contudo, com o sabor amargo da despedida, a jovem Bili tem dificuldades em lidar com a resolução dos adultos de guardar um segredo tão importante da sua adorada Nai Nai. 

Estreada no Festival de Cinema de Sundance, uma comédia dramática vagamente autobiográfica, com assinatura de Lulu Wang ("Posthumous"). 
(fonte: PÚBLICO)

"Chinese people have saying, when people get cancer they die. It's not cancer that kills them, it's the fear." - frase da personagem Jian


Prémios e Festivais:
Festival de Sundance 2019 - Prémio do Público
Globo de Ouro - Melhor Atriz Principal em Comédia ou Musical

The New Yorker ★★★★★
Now Magazine ★★★★★
Daily Mirror ★★★★★
The Times ★★★★★
Vox ★★★★★
Rolling Stone ★★★★
Cinema Blend ★★★★
Time Out ★★★★
The Guardian ★★★★


Notas da Crítica:


«Comove e diverte» - The Times

«Perfeito» - The Herald Tribune

«Autêntico e belíssimo» - Daily Mirror

«Um dos melhores filmes do ano» - The Independent


«Poignant and funny» - The New York Times

«Outstanding» - Vox

«A true crowd-pleaser» - Vanity Fair

«A Knock out of emotional resonance» - The Playlist

«One hell of an introduction for Awkwafina» - The Guardian

«A movie that reminds us of the awesome power of film» - Cinema Blend

«One of the most genuinely moving films I’ve ever seen at the Sundance Film Festival» - Rolling Stone



Seleção de crítica: por Francisco Quintas, em Kubrickamente.
[…]

«Depois daquele que já era um ótimo drama familiar que levantava perguntas morais universais, Lulu Wang vai um pouco além. Da mesma maneira que os filhos são fruto da educação que lhes é dada desde o início, dos erros e dos acertos dos pais, também eles são um resultado das crenças defendidas pela cultura que é escolhida para o seu futuro, que molda inevitavelmente as suas recordações e angústias mais profundas. Independentemente de quando se der a despedida, por mais assustadora que possa parecer ou por maiores que sejam as incertezas e arrependimentos que dela provierem, o que mais deveria importar é fortalecer a lembrança de cada riso, choro, refeição e silêncio que se partilhou ao longo de anos, de décadas. Pois, existirá melhor veículo que a memória para voltar atrás e enterrar os cabelos nos braços de quem se sente saudade?»


27 fevereiro 2020

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1503

Título original: 1917

De: Sam Mendes
Com: Andrew Scott, Benedict Cumberbatch, Mark Strong, Richard Madden, Colin Firth
Género: Drama, Guerra
Outros dados: GB/EUA, 2019, 118 min.


SINOPSE
Em Abril de 1917, com a Primeira Grande Guerra a atingir o seu auge, Schofield e Blake, dois jovens soldados britânicos, ficam encarregues de uma missão urgente: atravessar território inimigo e entregar, em mãos, uma mensagem que salvará a vida dos 1600 homens que incorporam o segundo batalhão do Regimento Devonshire, onde também se encontra o irmão de Blake.

Com produção, realização e argumento de Sam Mendes ("Beleza Americana", "Revolutionary Road", "007: Skyfall"), um drama sobre coragem e companheirismo que se inspira numa história contada pelo escritor trinitário-tobagense de origem portuguesa Alfred Mendes, avô paterno do realizador, que serviu o exército britânico durante a guerra.



Prémios e Festivais:
Globos de Ouros - Vencedor de Melhor Filme-Drama e Melhor Realizador
Nomeado para 10 Óscares
Nomeado para 9 BAFTA - Venceu MELHOR FILME, Realização, Dir. Fotografia, Dir. de Arte, Som e Ef. Visuais. 


Diário de Notícias ★★★★★
The Guardian ★★★★★
Den of Geek ★★★★★
The Times ★★★★★
Time Out ★★★★★
Público ★★


Notas da Crítica:

«1917 é a obra-prima do ano - e tem mesmo de ser visto no cinema» - New In Town



«Um daqueles empreendimentos de cinema que deixam o espectador mesmerizado. Uma coisa é certa: nunca se viu nada assim» - Expresso

«É um trabalho de realização e de direção de fotografia absolutamente soberbo.» - New In Town

«o filme favorito ao Oscar 2020 tem um visual memorável» - O Globo

«Magistral. Uma imersão no coração do caos» - Le Journal du Dimange

«Uma experiência imersiva e absolutamente incrível» - Europa 1

«Uma façanha cinematográfica ao serviço de uma história apaixonante» - Le Parisien


«The best film of the year» - Forbes

«Sam Mendes turns western front horror into a single-shot masterpiece» - The Guardian


«The Golden Globe winner '1917' is a bold war movie whose striking cinematography demands to be seen on the big screen» - Business Insider



Seleção de crítica: por João Lopes, no Diário de Notícias.

«Será que o cinema é essa coisa estranha e sedutora que pode ser "maior do que a vida"?... Não há nenhuma resposta linear, muito menos científica, a tal pergunta. O certo é que, face a 1917, o novo filme de Sam Mendes, reencontramos a magia de tal expressão.

Porquê? Porque o filme não nos enreda nessa arte menor de novelas e telenovelas, tentando disfarçar a sua pequenez narrativa com a sugestão de que a vida é "mesmo" assim. E escusado será dizer que também não estamos perante a rotina entediante dos filmes de "super-heróis", Marvel & afins, que insistem em promover o cinema como uma acumulação preguiçosa de "efeitos especiais".

Dito de outro modo: o cinema pode ser algo que nos convoca para a vida, não porque a "reproduza", mas porque o que nele acontece... tem vida! Mais do que isso: o cinema pode ser hipersofisticado na sua fabricação técnica sem que isso implique qualquer endeusamento beato da própria tecnologia.»



20 fevereiro 2020

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1502

Sessão integrada na programação oficial do Correntes D’Escritas 2020.

E contará com a presença do realizador Edgar Pêra.

Título original: O Homem-Pykante - Diálogos kom Pimenta

De: Edgar Pêra
Género: Documentário
Classificação: M/12
Outros dados: POR, 2018, 75’


SINOPSE
Nascido no Porto, a 26 de dezembro de 1937, o português Alberto Pimenta é um conhecido poeta, narrador, ensaísta, "performer" e professor universitário que desenvolveu uma vasta obra poética e performática, transformando-se numa das mais importantes figuras da cultura portuguesa.

Este documentário, da autoria de Edgar Pêra ("Manual de Evasão", "O Barão", "O Espectador Espantado"), agrupa "performances" e leituras de Pimenta, assim como imagens de arquivo e conversas dele com o realizador, desde 1994 até aos dias de hoje. (fonte: Público)


"Um sorriso é mais barato que a eletricidade e dá mais luz à mocidade” - Alberto Pimenta

Prémios e Festivais:
Seleção Oficial Festival de Roterdão 2019
Mostra de São Paulo International Film Festival 2018
Special Screening at Indie Lisboa 2018


Notas da Crítica:

«Num dos seus filmes mais divertidos e profundos de sempre, Edgar Pêra concentra 24 anos de cumplicidades com a pluma afiada do poeta Alberto Pimenta. É muito mais do que um ‘documentário sobre alguém’ ou ‘alguma coisa’.» - Expresso

«Não estamos, assim, perante um documentário pertencente ao modelo tradicional "artes & letras".» - Cinemax

«Edgar Pêra coloca o seu carrocel multimedia ao serviço da personalidade performativa de Alberto Pimenta.» - Público



Seleção de crítica: por João Lopes, no RTP-Cinemax.

As palavras e o seu picante
«Reforçando o seu gosto por um cinema que insiste em discutir o modo como conhecemos o mundo à nossa volta, Edgar Pêra dialoga com o escritor Alberto Pimenta para redescobrir e celebrar a energia primordial das palavras.

Edgar Pêra é um cineasta — entenda-se: um criador de imagens e sons — que gosta de discutir, ora com gravidade, ora com ironia, os poderes de comunicação das palavras. Tal gosto manifesta-se, por exemplo, no título do seu "O Homem Pykante - Diálogos com Pimenta". 

Pimenta porque se trata, de facto, de dar a conhecer uma série de diálogos com o poeta, escritor, ensaísta e professor universitário Alberto Pimenta. O certo é que tal objectividade na identificação da pessoa retratada se transfigura através da associação do seu apelido à palavra picante, para mais (re)escrita com um festivo "y".

Não estamos, assim, perante um documentário pertencente ao modelo tradicional "artes & letras". O que aqui acontece não decorre da vontade de fazer um retrato descritivo. Ou melhor: trata-se de recusar as ilusões deterministas das matrizes televisivas dominantes neste tipo de filmes, celebrando um acontecimento visceral — qualquer descrição é reinvenção. 

Daí que "O Homem Pykante" aposte em formas de cumplicidade formal com a obra de Alberto Pimenta, em particular com os seus poemas, utilizando o ecrã e a banda sonora como lugares de descoberta da energia mais secreta, ou menos aplicada, das palavras. Este é, por isso, um filme que nos recorda que, para além dos dispositivos de investigação a que possamos recorrer, conhecemos sempre o mundo através das palavras que convocamos — eis uma saudável pedagogia, não isenta de humor.»




TRAILER HOMEM-PYKANTE from Nitrato Filmes on Vimeo.

06 fevereiro 2020

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1501

Título original: J'accuse

De: Roman Polanski
Com: Jean Dujardin, Louis Garrel, Emmanuelle Seigner
Género: Drama, Thriller, Histórico
Outros dados: FRA/ITA, 2019, 132 min.


SINOPSE
Adaptação do romance do mesmo título de Robert Harris, O Oficial e o Espião (que será agora também reeditado em Portugal), o filme retoma o célebre caso Dreyfus – um oficial do exército, judeu, injustamente condenado por alta traição – e é uma obra incontornável e de tremenda atualidade e que confirma Polanski como um dos maiores realizadores do cinema contemporâneo.


Prémios e Festivais:
Festival de Veneza 2019 - Grande Prémio do Júri
12 nomeações para os prémios César do cinema francês


Notas da Crítica:

«De uma modernidade arrebatadora e de uma atualidade que queima» - L’Express

«Um filme cuja violência é subterrânea e cujo tema, o antisemitismo, é mais atual do que nunca» - Le Nouvel Observateur

«Um filme do lado do cinema, do lado da arte, um campo ao qual não é fácil juntarmo-nos nos dias que correm» - Libération

«It's an absolute masterclass in how to make an historical film» - London Evening Standard

«A work destined to endure in time beyond its controversies» - Fotogramas

«The attention to detail and the emotional power of events is breathtaking» - France24

«Addictive» - Cinemanía (Spain)


Seleção de crítica: por Vasco Câmara, no Público.

«Filme magnífico sobre o fim de um tempo, J’Accuse, sobre o “caso Dreyfus” que dividiu a França na passagem do século XIX para o século XX. Não é, de facto, um filme qualquer. Mas por outras razões: porque nem todos os filmes exibem esta determinação, esta potência e este foco narrativo. Polanski, recorde-se, tem 86 anos. Mas também será por isso que J’Accuse, filmado a partir do livro An Officer and a Spy, de Robert Harris, sobre o “caso Dreyfus”, o escândalo político-judicial que dividiu a França na passagem do século XIX para o século XX, exibe tanta sabedoria, prescindindo do acessório na reconstituição dos cantos de uma Paris sombria (magistral lição de economia de meios para todos os que se atrevem ao filme de época) e de um processo judicial, e no retrato de uma sociedade à beira da catástrofe e da instituição militar que a suporta, com a sua arrogância ruinosa, letal.

J’Accuse foi o título da célebre carta que Emile Zola publicou no jornal L’Aurore em 13 de Janeiro de 1898. Dirigindo-se ao presidente da República Francesa, Félix Faure, acusava membros do aparelho militar e do governo de terem sido cúmplices na forjada condenação por traição – por passagem de documentos classificados aos alemães – de um inocente, o oficial de artilharia judeu Alfred Dreyfus. Dreyfus foi degredado para a Ilha do Diabo, um inferno que consumiu dez anos da sua vida, até finalmente ser ilibado. O “caso”, que dividiu a sociedade de um tempo banhado em antisemitismo, anunciou o que estava por vir no século XX, o Holocausto. Como diria Louis Garrel: o “caso Dreyfus” é uma história francesa que todos conhecem e que ninguém conhece.»




30 janeiro 2020

Quinta-feira | 21h45 | Cine-Teatro Garrett
Sessão #1500

Título original: Technoboss

De: João Nicolau
Com: Miguel Lobo Antunes, Luísa Cruz, Américo Silva, Sandra Faleiro
Género: Romance, Musical
Classificação: M/12
Outros dados: POR, 2019, 112 min.

SINOPSE
Luís Rovisco (Miguel Lobo Antunes) é diretor comercial de uma empresa de equipamentos de segurança. Divorciado há já vários anos e prestes a entrar na tão ansiada reforma, reencontra casualmente Lucinda, uma antiga paixão que ele tentará recuperar a todo o custo. Esse encontro dá-lhe uma nova esperança no futuro e uma vontade enorme de ser feliz.

Estreado mundialmente na secção competitiva do Festival de Cinema de Locarno (Suíça), esta é a terceira longa de ficção com assinatura do português João Nicolau, depois de "A Espada e a Rosa" (2010) e "John From" (2015).
(fonte: PÚBLICO)

Prémios e Festivais:
Vencedor do Grande Prémio  no Festival de Sevilha 2019

Festival de Locarno – seleção oficial

Notas da Crítica:

«Lo-Fi Surrealist Musical Road Movie» - Screen Anarchy

«Pelos caminhos do Portugal surreal» - Euronews




Seleção de Crítica: por Ignacio Pablo Rico, in Cine Divergente

El final de nuestra etapa productiva y la posibilidad de revivir, en el otoño de la existencia, un amor con espíritu juvenil, son los temas principales de Technoboss. Pese al inusual tratamiento que João Nicolau otorga a su última película hasta la fecha —un musical estrafalario, que combina recursos teatrales y cinematográficos en una estructura libérrima hasta lo derivativo—, nos hallamos ante un filme tan convencional en su discurso como producciones de Hollywood argumentalmente asimilables; pensemos en Cuando menos te lo esperas (Something’s Gotta Give, Nancy Meyers, 2003) o la más reciente Recuérdame (Remember Me, Martín Rosete, 2019). Las formas disonantes, anti-mainstream, con las que opera Technoboss no son capaces de generar nuevas perspectivas sobre el «cine geriátrico» —como lo define Diego Salgado— más allá del manido renacimiento del héroe a través de un romance que quedó suspendido en un pasado del que se avergüenza. No obstante, el dispositivo formal de Nicolau provoca efectos más interesantes si tenemos en cuenta que nos hallamos ante una bufonada de tono marcadamente costumbrista. Ahí es donde las peculiaridades de este inefable Luís Rovisco adquieren una condición casi extraterrestre, pero siempre dentro del molde de la comedia de costumbres. Technoboss merece destacarse especialmente por algunos tramos divertidos, siempre ligados a esa noción de la realidad cotidiana como caldo de cultivo para modos de locura que, por hábito o supervivencia, hemos decidido normalizar.