pode consultar a lista actualizada de cartazes disponíveis aqui:
70x100cm
a4
Os cartazes têm a dimensão média de 70x100 cm e, em função do seu estado de conservação, poderão ser adquiridos pelos seguintes valores:
razoável estado de conservação: 3€
bom estado de conservação: 5€
Para além desses cartazes, o Cineclube disponibiliza uma outra lista de cartazes promocionais de vários filmes, em formato A4 (21x30cm), que poderão ser adquiridos pelo seguinte valor:
bom estado de conservação: 2€
Os interessados poderão consultar as listas, e solicitar via e-mail - cineclube.octopus@gmail.com - os cartazes pretendidos, que serão entregues pessoalmente numa qualquer sessão do Cineclube que, como sabem, se realiza todas as quintas férias, às 21h45, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim.
Quem sabe se esta não é a última oportunidade para adquirir uma económica e original oferta natalícia?
O Cineclube sugere e agradece que divulguem junto dos vossos contactos pessoais.
Desde já, obrigado a todos os interessados.
1 Dezembro 2011
Quinta-feira - Sessão #1145
21h45 Auditório Municipal
O Gosto do Saké (1962) - Sanma no aji
de Yasujiro Ozu
com Chishû Ryû, Shima Iwashita e Keiji Sada
112 min, Japão
crítica: Slant, TheHouseNextDoor, EyeForFilm, CombustibleCelluloid, Criterion, Criterion, AVClub, sound+vision (em português)
O Gosto do Saké (1962), derradeiro trabalho de uma filmografia de mais de três décadas (iniciada em 1927, ainda no período mudo) que possui um incontornável valor simbólico: nele se condensa o desencanto do cineasta face ao Japão do pós-guerra e, em particular, à metódica desagregação das tradicionais relações familiares e sociais.
Ozu foi o inventor genial de um universo comandado por uma obsessiva austeridade narrativa. Os seus modos de encenar têm tanto de rigor formal como de peculiar entendimento dos espaços do quotidiano (são célebres as suas imagens das personagens enquadradas a partir do olhar que assumem quando se instalam sobre os típicos tapetes, “tatamis”, das casas japonesas). Apesar disso, ou justamente por causa disso, importa acrescentar que ele nunca foi um “formalista”, já que, em última instância, é a pluralidade do factor humano que comanda o seu cinema.
O Gosto do Saké possui um valor exemplar, quanto mais não seja porque traduz a crescente depuração das linguagens de Ozu. A história que nele se conta, centrada num veterano da guerra que tenta garantir um bom casamento para a sua filha, acaba por ser um espelho delicado, não isento de crueldade, de um tempo de reconversão acelerada da sociedade nipónica. Por um lado, todas as personagens de Ozu transportam um pudor tecido de muitos segredos; por outro lado, o seu cinema tende a criar uma transparência rara onde, por assim dizer, podemos compreender esses segredos sem destruir o pudor. Ironicamente ou não, O Gosto do Saké é, neste momento, em Portugal, um dos grandes acontecimentos cinematográficos.
João Lopes in sound+vision, http://sound--vision.blogspot.com/2008/04/sentados-no-tatami.html
21h45 Auditório Municipal
O Gosto do Saké (1962) - Sanma no aji
de Yasujiro Ozu
com Chishû Ryû, Shima Iwashita e Keiji Sada
112 min, Japão
crítica: Slant, TheHouseNextDoor, EyeForFilm, CombustibleCelluloid, Criterion, Criterion, AVClub, sound+vision (em português)
O Gosto do Saké (1962), derradeiro trabalho de uma filmografia de mais de três décadas (iniciada em 1927, ainda no período mudo) que possui um incontornável valor simbólico: nele se condensa o desencanto do cineasta face ao Japão do pós-guerra e, em particular, à metódica desagregação das tradicionais relações familiares e sociais.
Ozu foi o inventor genial de um universo comandado por uma obsessiva austeridade narrativa. Os seus modos de encenar têm tanto de rigor formal como de peculiar entendimento dos espaços do quotidiano (são célebres as suas imagens das personagens enquadradas a partir do olhar que assumem quando se instalam sobre os típicos tapetes, “tatamis”, das casas japonesas). Apesar disso, ou justamente por causa disso, importa acrescentar que ele nunca foi um “formalista”, já que, em última instância, é a pluralidade do factor humano que comanda o seu cinema.
O Gosto do Saké possui um valor exemplar, quanto mais não seja porque traduz a crescente depuração das linguagens de Ozu. A história que nele se conta, centrada num veterano da guerra que tenta garantir um bom casamento para a sua filha, acaba por ser um espelho delicado, não isento de crueldade, de um tempo de reconversão acelerada da sociedade nipónica. Por um lado, todas as personagens de Ozu transportam um pudor tecido de muitos segredos; por outro lado, o seu cinema tende a criar uma transparência rara onde, por assim dizer, podemos compreender esses segredos sem destruir o pudor. Ironicamente ou não, O Gosto do Saké é, neste momento, em Portugal, um dos grandes acontecimentos cinematográficos.
João Lopes in sound+vision, http://sound--vision.blogspot.com/2008/04/sentados-no-tatami.html
Programação Dezembro 2011
entrada grátis em todas as sessões
1 Dezembro
O Fim do Outono (1960)
de Yasujiro Ozu
8 Dezembro
A Desaparecida (1956)
de John Ford
15 Dezembro
Horizontes de Glória (1957)
de Stanley Kubrick
22 Dezembro
Noivos Sangrentos (1973)
de Terrence Malick
29 Dezembro
Paris, Texas (1984)
de Wim Wenders
1 Dezembro
O Fim do Outono (1960)
de Yasujiro Ozu
8 Dezembro
A Desaparecida (1956)
de John Ford
15 Dezembro
Horizontes de Glória (1957)
de Stanley Kubrick
22 Dezembro
Noivos Sangrentos (1973)
de Terrence Malick
29 Dezembro
Paris, Texas (1984)
de Wim Wenders
29 Dezembro 2011
Quinta-feira - Sessão #1149
21h45 Auditório Municipal
Paris, Texas (1984)
de Wim Wenders
com Harry Dean Stanton, Nastassja Kinski and Dean Stockwell
147 min, EUA
crítica: Roger Ebert, CombustibleCelluloid, Criterion, Slant
sinopse:
Esta é a história de Travis, um homem perdido no seu próprio inferno. Presumido morto por quatro anos, reaparece vindo do deserto na fronteira mexicana, cansado do mundo e amnésico.Ele encontra o seu irmão Walt que tem o seu fillho, Hunter, de sete anos a seu cargo, a sua ex-mulher Jane que o abandonou à porta de Walt vários anos antes.Como totais estranhos, Hunter e Travis começam a construir uma amizade e a conspirar para encontrar Jane e trazê-la de volta para formar uma verdadeira família.
21h45 Auditório Municipal
Paris, Texas (1984)
de Wim Wenders
com Harry Dean Stanton, Nastassja Kinski and Dean Stockwell
147 min, EUA
crítica: Roger Ebert, CombustibleCelluloid, Criterion, Slant
sinopse:
Esta é a história de Travis, um homem perdido no seu próprio inferno. Presumido morto por quatro anos, reaparece vindo do deserto na fronteira mexicana, cansado do mundo e amnésico.Ele encontra o seu irmão Walt que tem o seu fillho, Hunter, de sete anos a seu cargo, a sua ex-mulher Jane que o abandonou à porta de Walt vários anos antes.Como totais estranhos, Hunter e Travis começam a construir uma amizade e a conspirar para encontrar Jane e trazê-la de volta para formar uma verdadeira família.
22 Dezembro 2011
Quinta-feira - Sessão #1148
21h45 Auditório Municipal
Noivos Sangrentos (1973) - Badlands
de Terrence Malick
com Martin Sheen e Sissy Spacek
94 min, EUA
crítica: Roger Ebert, NY Times, Lessons of Darkness, EyeForFilm,
sinopse:
Em 1959, Charles Starrweather e a sua companheira de 14 anos foram capturados e condenados, ele à pena de morte e ela à prisão perpétua, após terem cometido uma série de dez assassinatos, incluindo o do pai dela, através do Middle-West norte--americano. Partindo deste facto verídico, Malick construiu o argumento que, com enormes dificuldades em encontrar apoios, originou a sua primeira longa-metragem. Um filme de intenso lirismo e brilhante composição, em que sumptuosas imagens da paisagem desolada do Middle-West acompanhadas por uma narração intencionalmente naif de Molby (Sissy Spacek) descrevendo os acontecimentos que se sucedem e mal compreende, interpretando-os ingenuamente, pautada musicalmente pelos temas de Carl Orff, Erik Satie e Nat King Cole, acentuam o carácter trágico dos personagens deste belo filme-perseguição.
21h45 Auditório Municipal
Noivos Sangrentos (1973) - Badlands
de Terrence Malick
com Martin Sheen e Sissy Spacek
94 min, EUA
crítica: Roger Ebert, NY Times, Lessons of Darkness, EyeForFilm,
sinopse:
Em 1959, Charles Starrweather e a sua companheira de 14 anos foram capturados e condenados, ele à pena de morte e ela à prisão perpétua, após terem cometido uma série de dez assassinatos, incluindo o do pai dela, através do Middle-West norte--americano. Partindo deste facto verídico, Malick construiu o argumento que, com enormes dificuldades em encontrar apoios, originou a sua primeira longa-metragem. Um filme de intenso lirismo e brilhante composição, em que sumptuosas imagens da paisagem desolada do Middle-West acompanhadas por uma narração intencionalmente naif de Molby (Sissy Spacek) descrevendo os acontecimentos que se sucedem e mal compreende, interpretando-os ingenuamente, pautada musicalmente pelos temas de Carl Orff, Erik Satie e Nat King Cole, acentuam o carácter trágico dos personagens deste belo filme-perseguição.
15 Dezembro 2011
Quinta-feira - Sessão #1147
21h45 Auditório Municipal
Horizontes de Glória (1957) - Paths of Glory
de Stanley Kubrick
com Kirk Douglas, Ralph Meeker e Adolphe Menjou
88 min, EUA
crítica: RogerEbert, NY Times, TheGuardian, Criterion, EyeForFilm
sinopse:
A partir de um romance de Humphrey Cobb, Kubrick aborda a questão dos fuzilamentos militares no interior do exército francês durante a primeira Grande Guerra. Kirk Douglas é o oficial que vai defender os três soldados "escolhidos" para serem julgados e servirem de exemplo.
21h45 Auditório Municipal
Horizontes de Glória (1957) - Paths of Glory
de Stanley Kubrick
com Kirk Douglas, Ralph Meeker e Adolphe Menjou
88 min, EUA
crítica: RogerEbert, NY Times, TheGuardian, Criterion, EyeForFilm
sinopse:
A partir de um romance de Humphrey Cobb, Kubrick aborda a questão dos fuzilamentos militares no interior do exército francês durante a primeira Grande Guerra. Kirk Douglas é o oficial que vai defender os três soldados "escolhidos" para serem julgados e servirem de exemplo.
8 Dezembro 2011
Quinta-feira - Sessão #1146
21h45 Auditório Municipal
A Desaparecida (1956) - The Searchers
de John Ford
com John Wayne, Jeffrey Hunter e Vera Miles
119 min, EUA
crítica: RogerEbert, EyeforFilm, CombustibleCelluloid, ImagesJournal
sinopse:
Neste "western", protagonizado pelo lendário John Wayne, um capitao de Cavalaria a beira da reforma é chamado para uma última missao, após a vitória índia na batalha de Little Big Horn. Para dificultar ainda mais este perigoso e derradeiro desafio, o protagonista tem de escoltar a mulher e a filha de um militar até território seguro. "Os Dominadores/She Wore a Yellow Ribbon", vencedor de um Óscar para Melhor Fotografia, é um memorável épico de John Ford, que com este género narrativo se tornou num dos maiores mestres do cinema.
21h45 Auditório Municipal
A Desaparecida (1956) - The Searchers
de John Ford
com John Wayne, Jeffrey Hunter e Vera Miles
119 min, EUA
crítica: RogerEbert, EyeforFilm, CombustibleCelluloid, ImagesJournal
sinopse:
Neste "western", protagonizado pelo lendário John Wayne, um capitao de Cavalaria a beira da reforma é chamado para uma última missao, após a vitória índia na batalha de Little Big Horn. Para dificultar ainda mais este perigoso e derradeiro desafio, o protagonista tem de escoltar a mulher e a filha de um militar até território seguro. "Os Dominadores/She Wore a Yellow Ribbon", vencedor de um Óscar para Melhor Fotografia, é um memorável épico de John Ford, que com este género narrativo se tornou num dos maiores mestres do cinema.
cartazes de filmes - actualizado
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Os cartazes têm a dimensão média de 70x100 cm e, em função do seu estado de conservação, poderão ser adquiridos pelos seguintes valores:- razoável estado de conservação: 3€
- bom estado de conservação: 5€
Para além desses cartazes, o Cineclube vem agora disponibilizar uma outra lista de cartazes promocionais de vários filmes, em formato A4 (21x30cm), que poderão ser adquiridos pelo seguinte valor:
- bom estado de conservação: 2€
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