25 Fevereiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1074
21h45 Auditório Municipal


Sessão dupla inserida no Correntes d'Escritas 2010, com os documentários:

Tomai lá do O’Neill
de Fernando Lopes
52 min, Portugal
com Rogério Jacques, Rui Morrison, Antonio Tabucchi, Helmut Wohl, Gérard Castello Lopes

Sinopse:
Trata-se de um tributo pessoal. Não uma biografia, muito menos uma análise crítica da obra poética de Alexandre O'Neill. Isso está feito e refeito. Trata-se, sobretudo, das vivências criativas, sentimentais e afectivas de um poeta, um dos maiores do nosso século XX, com quem tive o privilégio de conviver (e viver as aventuras da vida, mesmo se, como disse O'Neill, " a aventura acaba sempre numa pastelaria").

José Cardoso Pires: Livro de Bordo
de Manuel Mozos
52 min, Portugal
com António Lobo Antunes, António Tabucchi, Edite Cardoso Pires, Fernando Lopes, Júlio Pomar

Sinopse:
No ano em que José Cardoso Pires recebeu o Prémio Pessoa, o mais prestigiado prémio português, Manuel Mozos filmou um retrato daquele que foi um dos grandes autores de língua portuguesa. A vida e a escrita, o cinema, o erotismo e a morte, são alguns dos temas deste filme, rodado em Lisboa e na Caparica (o refúgio do escritor) no Outono e Inverno de 1997.

18 Fevereiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1073
21h45 Auditório Municipal


A Mulher Sem Cabeça - La Mujer Sin Cabeza (2008)
de Lucrecia Martel
com María Onetto, Claudia Cantero, César Bordón, Daniel Genoud
87 min, Argentina
Selecção Oficial Festival de Cannes 2008
crítica: NY Times,TimeOut, TheAuteurs, Slant, Cinema2000, Público

Sinopse:
Verónica está ao volante do seu automóvel quando, num momento de distracção, atinge qualquer coisa. Nos dias seguintes, ela sente-se como que a desaparecer, docemente indiferente às coisas e às pessoas que a rodeiam. Subitamente, confessa ao marido que matou alguém na estrada. Os dois regressam ao local do acidente, mas apenas descobrem o cadáver de um cão. O episódio parece ter ficado concluído e a vida retoma a sua normalidade. Mas uma terrível descoberta vem de novo atormentar Verónica... [ http://cinema.ptgate.pt/ ]

11 Fevereiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1072
21h45 Auditório Municipal

Estado de Guerra - The Hurt Locker (2009)
de Kathryn Bigelow
com Jeremy Renner, Guy Pearce, Ralph Fiennes, David Morse, Evangeline Lilly
131 min, EUA
http://www.thehurtlocker-movie.com/
Selecção Oficial Festival Veneza 2009
Nomeado para 8 prémios BAFTA
Nomeado para Melhor Filme Golden Globes 2010
Nomeado para 9 Oscares 2010
Nomeado para Melhor Filme Oscares 2010
crítica: Roger Ebert, NY Times, EyeWeekly, LessonsofDarkness, EyeForFilm, Slant, Cinema2000, Público

Sinopse:
Três membros de uma unidade de elite do exército, dedicada a desmantelar explosivos, percorre as ruas de Bagdad, tentando assim tornar a cidade um local mais seguro para iraquianos e americanos. A sua missão é simples: proteger e salvar. Mas a tarefa não é fácil, já que a margem de erro do seu trabalho é nula...[ http://cinema.ptgate.pt/ ]


4 Fevereiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1071
21h45 Auditório Municipal

Abraços Desfeitos - Los abrazos rotos (2009)
de Pedro Almodóvar
com Penélope Cruz, Lluís Homar, Blanca Portillo, José Luis Gómez
127 min, Espanha
http://www.losabrazosrotos.com/
Selecção Oficial Festival Cannes 2009
Nomeado para Melhor Filme Estrangeiro Golden Globes 2010
Nomeado para Melhor Filme Estrangeiro BAFTA 2010
crítica: Roger Ebert, NY Times, RollingStone, EyeforFilm, Slant, Cinema2000, Público

Sinopse:
Um homem escreve, vive e ama na escuridão. Catorze anos antes, foi vítima de um brutal choque automóvel, na ilha de Lanzarote. No acidente, não só perdeu a vista como também Lena, o amor da sua vida. Este homem usa dois nomes: Harry Caine, um pseudónimo com que assina os seus trabalhos literários, histórias e argumentos para cinema, e Mateo Blanco, o seu verdadeiro nome, com o qual vive e assina os filmes que dirige. Depois do acidente, Mateo Blanco reduz-se a si próprio ao seu pseudónimo, Harry Caine. Se não pode realizar mais filmes, só consegue sobreviver com a ideia de que Mateo Blanco morreu em Lanzarote com a sua amada Lena. Nos dias de hoje, Harry Caine vive graças aos argumentos que escreve e à ajuda da fiel e antiga produtora, Judit García, e do filho desta, Diego, o seu secretário, escrivão e guia. Desde que decidiu viver e contar histórias, Harry é um cego activo e atraente, que desenvolveu todos os outros sentidos para melhor gozar a vida, na base da ironia e da amnésia selectiva. Ele apagou da sua biografia todos os traços da sua primeira identidade, Mateo Blanco. Uma noite, Diego tem um acidente e Harry toma conta dele, já que Judit está fora de Madrid e os dois decidem não a avisar, para não a alarmar. Durante as primeiras noites de convalescença, Diego pergunta-lhe pelo tempo em que respondia pelo nome de Mateo Blanco. Depois de um momento de surpresa Harry não consegue recusar e conta a Diego o que aconteceu catorze anos antes, da mesma forma que um pai conta a um filho uma história para adormecer...[ http://cinema.ptgate.pt/ ]

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Programação Janeiro 2010

7 Janeiro
A Minha Viagem a Itália: parte 2
de Martin Scorsese

14 Janeiro
O Eclipse
de Michelangelo Antonioni


21 Janeiro
8 ½
de Federico Fellini

28 Janeiro
Morte em Veneza
de Luchino Visconti

28 Janeiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1070
21h45 Auditório Municipal

Morte em Veneza - Morte a Venezia (1971)
de Luchino Visconti
com Bjorn Andresen, Dirk Bogarde, Marisa Berensen, Silvana Mangano
130 min, Itália
Selecção Oficial Festival de Cannes 1971
Vencedor Grande Prémio do 25º Aniversário em Cannes
crítica: Roger Ebert, The Guardian, DvdTimes, A.V. Club

Sinopse:
O realizador Luchino Visconti (Rocco e os seus Irmãos, Os Malditos) transformam a obra clássica de Thomas Mann numa "Obra-prima de força e beleza" (William Wolf, Cue). Como o próprio Ashenbach, também Visconti revela-se obcecado pela sua arte: os seus filmes vivem de atmosferas lívidas e subtis abaixo de superfícies plácidas e da obsessiva atenção ao detalhe. Morte em Veneza, um filme enriquecido pela magnífica música de Gustav Mahler e pela inesquecível interpretação de Dirk Bogarde, foi reconhecido como sendo um dos melhores do seu genial criador com a atribuição do Grande Prémio do 25º Aniversário em Cannes.

21 Janeiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1069
21h45 Auditório Municipal

8 ½ (1963)
de Federico Fellini
com Marcello Mastroianni, Claudia Cardinale, Anouk Aimée
138 min, Itália
Vencedor Oscar Melhor Filme Estrangeiro
Vencedor Melhor Filme prémios BAFTA
crítica: Roger Ebert, CriticalCulture, FilmCritic, Wikipedia, Cinema2000

Sinopse:

Guido Anselmi é um realizador de cinema que tenta descontrair-se após o seu grande último êxito. No entanto, não consegue um momento de sossego, pois a sua mulher, a sua amante, o seu produtor e todos os amigos estão constantemente a pressioná-lo sobre uma coisa ou outra e procurando mais trabalho. Ele luta com o seu consciente, mas não consegue uma ideia nova. Enquanto pensa, começa a recordar os grandes acontecimentos da sua vida e todas as mulheres que amou e abandonou. Um filme autobiográfico de Fellini sobre as tentativas e adversidades de realização cinematográfica.

15 Janeiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1068
21h45 Auditório Municipal


O Eclipse - L'eclisse (1962)
de Michelangelo Antonioni
com Monica Vitti, Alain Delon
118 min, Itália
Prémio Especial do Júri no Festival de Cannes 1962
crítica: The Guardian, NY Sun, OnlyTheCinema, PassportCinema

Sinopse:
Para evitar os problemas financeiros e experimentar uma forma de vida mais variada, Vittoria, que vem de um meio modesto, passou três anos a viver com Ricardo, um jovem oficial de uma embaixada. No entanto, uma vida sem verdeiro amor arrasa a jovem mulher que, apesar dos pedidos de Ricardo, o deixa. Um dia, quando se encontra com a mãe, que passa os tempos livres na Bolsa de Valores, Vittoria conhece um jovem corrector, com quem espera aprender a amar de novo. Infelizmente, ele engana-a e Vittoria experimenta uma vez mais o sabor amargo da solidão.

8 Janeiro 2010

Quinta-feira - Sessão #1067
21h45 Auditório Municipal


A Minha Viagem a Itália: parte 2 - Il mio viaggio in Italia (1999)
de Martin Scorsese
com Martin Scorsese
120 min, EUA/Itália
crítica: Slant, San Francisco Chronicle, FilmCritic.com, Cinema2000

Sinopse:
Depois de uma extraordinária lição sobre cinema americano, Martin Scorsese levanos numa nova viagem, desta vez pela história do cinema italiano, do pós II Guerra até à década de 60. De origem siciliana, o realizador nascido nos Estados Unidos conta que, só muito mais tarde, na sua vida se deu conta de como a sua carreira havia sido marcada pela influência do cinema italiano, primeiro com os filmes de Roberto Rossellini (Roma, Cidade Aberta, Paisà, Alemanha Ano Zero) e depois com a descoberta do neorealismo de Vittorio De Sica em Ladrões de Bicicletas e Umberto D.

A MINHA VIAGEM A ITÁLIA acaba, então, por nos levar às memórias de infância do realizador mas também por nos revelar quão decisivas foram algumas destas obras na sua aprendizagem e forma de filmar. De Rossellini a Fellini, de Vittorio De Sica a Luchino Visconti, este filme é uma homenagem apaixonada a alguns dos maiores nomes do cinema italiano, através do olhar de um cineasta que dispensa apresentações.